Eu sou a favor do respeito entre as pessoas, se da parte de pessoas religiosas existe uma resistência em aceitar a união entre homossexuais perante Deus (mesmo que digam que todos são filhos de Deus e só ele tem o poder do julgamento no juízo final), cabe aos homossexuais respeitar isso e não afrontar a igreja, e com isso a igreja poderia passar a respeitar também a união civil entre as pessoas do mesmo sexo, assim fica cada um na sua, sem prejudicar ninguém. E sobre o direito de adotar, acho essencial que lhes seja dada essa oportunidade, pois não acho que seja melhor uma criança viver abandonada num orfanato a viver com dois pais ou duas mães que podem dar a melhor educação que ela teria aoportunidade de ter com pais hetrossexuais, mas que podem muito bem ser abusadores, violentos ou omissos, como muito se vê por ai.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Agradecimento!
Hoje foi dia de eleição, mas apesar de estar bastante decepcionada com os resultados, não tenho muito do que reclamar não. O Rio de Janeiro continua lindo, a criminalidade diminui cada vez mais, a taxa de desemprego também só vem diminuindo, e nesse dia lindo de domingo os nossos candidatos me presenteiam com as belas paisagens que postarei abaixo.
Depois desse show de cidadania, respeito à população, e ao meio ambiente principalmente, eu só tenho mesmo que agradecer e desejar boa sorte à todos (NÓS!).
sábado, 29 de maio de 2010
Evolução e Natureza Tropical
A última exposição na qual eu trabalhei, foi a "Pesos e Medidas: Vale o qunato pesa?", que ficou em exposição por dois meses no final do ano passado. E depois de um tempinho em outra atividade, com a qual eu certamente não me identifiquei, eu voltei à mediar no mueseu da vida, agora na exposição " Evolução e Natureza Tropical", que fala sobre a grande importância das florestas tropicais e principalmente das florestas do Brasil, na concepção da teoria da evolução, que geralmente é atribuída apenas a Charles Darwin. Mas essa exposição além de tratar da grande imnportância da viagem que Darwin fez ao Brasil, fala também de um outro grande naturalista , Alfred Wallace, que assim como Darwin, também veio ao Brasil para estudar a questão da origem das espécies.
Não vou falar muito sobre a exposição, porque não estou aqui para fazer uma mediação virtual, se rolou uma curiosidade, apareça lá no museu com a sua turma, seus amigos, sua família, pois serás muito bem vindo, e teremos grande prazer em tirar todas as suas dúvidas (ou melhor ainda, fazer com que saia de lá com mais dúvidas ainda, rs).
Vou postar aqui algumas fotos da exposição, mas não contente-se só com isso, o museu tem muito mais pra oferecer a todos que querem visitar uma lugar legal se divertir e de quebra aprender um pouco mais sobre ciência.
terça-feira, 4 de maio de 2010
O que a Psicologia não é (ou o que ela não deveria ser)? by @fcalegario pra mim :)
A psicologia não é e nem deveria ser parâmetro de medição de caráter, ou de nível de sanidade de alguém. Um monte de gente diz que psicologia é coisa de maluco, pois se estar consciente de si mesmo, compreender o que o seu semelhante tem a lhe dizer e em troca poder lhe ajudar, certamente eu sou e quero continuar sendo uma completa maluca desvairada. Não é a psicologia ou qualquer outra ciência que vai dizer o que uma pessoa tem de normal ou de insano, quem diz isso, é a própria pessoa, as suas atitudes, o seu modo de agir perante as situações mais adversas. Então espero que antes que julguem alguém, por estar fazendo algum tipo de terapia ou tratamento psicológico como louca, essas mesmas pessoas, reflitam um pouco sobre o que elas mesmas tem feito de bom para quem está a sua volta, ou para melhorar o seu meio social, pois caso elas estejam completamente alienadas e excluídas desse processo, elas próprias são as loucas nessa estória toda.
Acho que fugi um pouco do assunto, mas espero ter respondido!=D
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Polêmica das Pulseirinhas Coloridas.
Não sei se já comentei isso em algum post anterior, mas eu atualmente estou cursando a faculdade de psicologia, que é aliás, a melhor experiência da minha vida. E uma das melhores coisas que o meu curso proporciona, é a reflexão e a discussão coerente de assuntos que geralmente parecem bobagem, se tratando de senso comum. Na aula de ontem ( quinta-feira ) com a professora Jurema, de Psicologia da Infância e Adolescência, o assunto de maior destaque, apesar do tema ser Piaget, foi o caso da menina de 13 anos que foi violentada em Londrina por conta de suas pulseirinhas coloridas.
Nem me lembro afinal, o porque de termos entrado neste assunto, mas ao falar de delegação de responsabilidades, foi levantada a questão do estupro dessa menina, e o que me deixou estupefata, foi ouvir em sala de aula que apesar da evidente culpa dos rapazes em violentar a mocinha, foi que ela havia procurado isso ao usar as pulseirinhas mesmo sabendo que elas tem conotação sexual. Sejamos coerentes, se for pra culpar mesmo alguém, culpemos então a mídia que fez o grande favor de difundir a moda das "pulseiras do sexo", que poderiam ser apenas a nova mania da garotada, assim como figurinhas, cards e/ou adesivos de pacote de biscoito. Mas não, tem que explicitar que as pulseiras são do sexo, são demoníacas e perversas. Só acho uma coisa engraçada, a primeira vez que tive notícia dessas pulseiras foi naquele programa chamado Fala que eu te Escuto da Rede Record, acabei de lembrar-me desse fato curiosamente.
Mas voltemos ao que interessa. O que eu acabei por refletir, e justamente pensando como psicóloga, como sugeriu minha querida professora, foi que o ser humano é completamente passivo, alienado e influenciável por tudo que ouve ou vê por ai. Essa é a única explicação que encontro pra que se tenha dado toda essa significação estúpida, arcaica e ignorante para simples pulseirinhas de silicone coloridas. Os indivíduos que cometeram o crime contra a garota que usava a pulseira, certamente já tem algum tipo de disposição para a violência, e poderiam tê-la estuprado, estando ela usando pulseira ou não, nesse caso estão jogando a responsabilidade para um acessório, o que é bem mais fácil do que analisar a fundo que tipos de valores esses rapazes têm e o tipo de criação que tiveram, que em algum momento pode ter exercido influência na formação de caráter desse rapazes, ou investigar se a menina tinha algum tipo de atitude reprovável, que ainda assim não nos cabe julgar, pois o crime cometido contra ela foi extremamente hediondo e injustificável. Se formos levar em conta que essa significação tem alguma importância real, vamos dar significação à tudo então, ou pelo menos alguma que leve a algo bom. No alge da minha alteração emocional quando estava discutindo tal problemática com minhas amigas da faculdade, eu pensei em dezenas de formas estúpidas e grosseiras de falar sobre esse assunto, mas agora bem mais calma e depois de dar uma pesquisada e saber que compartilho minha opinião com algumas outras pessoas, pensei em algo que poderia ser mesmo divulgado pela internet e se tornar a nova mania da garotada: As Havaianas da Educação. (merchandising gratuito)
Cada cor de Havaiana representa uma atitude educada que você deve ter para com a pessoa que a está usando. Então quando você encontrar alguém que esteja usando uma sandália da cor:- Branca: Dê-lhe Bom dia, boa tarde ou boa noite.
- Rosa: Ofereça-lhe 5 minutos de seu tempo, para ouvir os problemas dela.
- Amarela: Elogie a beleza da pessoa.
- Laranja: Parabenize a pessoa por seu desempenho em alguma atividade, ou pelo menos o seu esforço.
- Vermelha: Ofereça ajuda para alguma coisa: carregar uma bolsa, pra estudar e o que mais a pessoa parecer precisar no momento
- Verde: Dê um sorriso para quem estiver calçando a sandália verde.
Agora estou bastante aliviada por ter conseguido escrever sobre o que estava me atormentando desde ontem, e inclusive indico também o blog Diário de um Juiz, que encontrei durante minhas pesquisas sobre o assunto, lá eu achei um post que tratava justamente sobre esse assunto, mas de uma forma mais formal, muito bem escrito, bem o contrário do meu que é bem informal.
Bjs a todos e até a próxima!
segunda-feira, 22 de março de 2010
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
"Eu ser Marketeiro."
Demos louvores ao mercado da propaganda, que nos faz um grande favor ao nos dizer o que comprar, quando comprar, como usar e o quanto seremos lindos e populares ao usar tal produto, e porque não agradecer também por quando nos informa que tal produto já não serve para nós e que devemos trocá-lo por outro tão milagroso quanto.
Ironias à parte, o fato é que as propagandas além de serem unanimidade nos jornais, revistas e na nossa tão esperada novela das 20 horas, não se deixam esquecer nem na hora do nosso relaxante banho ( isso se você já tiver o último lançamento para cabelos secos no seu banheiro), do nosso café-da manhã ( quem é que não compra a margarina da família feliz levanta a mão...\o/) ou mesmo dos nossos corriqueiros papos sobre a ressaca do dia seguinte àquela festinha incrível, onde só tinha a tal da cerveja que dá dor de cabeça e não a outra que é mais cara, mas só te dá uma dor de barriga! (???)
Realmente me parece que o ser humano está se tornando essencialmente marketeiro, como pode se observar em um trecho do texto "Eu Etiqueta", de Carlos Drummond de Andrade que diz assim: "...saio da estamparia, não de casa, da vitrine me tiram, recolocam, objeto pulsante mas objeto." E o homem parace ter mesmo assumido o seu eu marketeiro, deixando de usar a sua capacidade de auto-promoção, que convenhamos, nos primórdios deveria ser de muita valia na hora de conquistar uma donzela, aliados ou lutas, para se tornar um objeto, uma coisa que serve apenas para fazer propaganda do que muitas vezes não tem nem serventia.
Infelizmente a conclusão que tiro disso, é que o homem parece ter perdido o último resquício de consciência de si mesmo e do que é realmente necessário para que possa viver dignamente, e esqueceu que o que importa não é a embalagem ou o nome do produto, mas em que ele faz diferença para a nossa existência, e em que aspectos tais produtos influênciam efetivamente nas nossas relações sociais.







